Repito o que disse na aula! Gostei muito! Seus versos existem como axiomas independentes uns dos outros, fortes e compondo um conjunto de sabedoria antiga, porque, como lhe disse, lembrei-me do que minha mãe fala: "o mundo é da cor do cristal por onde se olha". Sucinta, clara e tão real: só nos vê bem aquele que com bons olhos nos olhar. A folhinha em que você escreveu seu poema tem algo de tão grande dentro dela que fica difícil racionalizar em palavras. Só vou dizer que me vi, vi minhas crenças e meus amores em seus versos. Obrigada!
O poema espertamente deixa para os olhos do observador a resposta à pergunta: "Quem sou eu?" O mesmo parecem estar fazendo os olhos de Yasmin, Gigi e Brigitte...
Sou jornalista de formação e de coração.
Gosto de criar e contar histórias.
Conto todas para mim mesma.
Talvez por falta de coragem e não de público (marido e três gatas de estimação estão a postos).
Está certo. São histórias de personagens inventados. É ficção. É fantasia. Mas, no fundo, minha criação espelha a vida real. Vai que alguém se identifica...
(Nessa hora deveriam aparecer aquelas letrinhas alertando sobre qualquer semelhança ser mera coincidência, sabe?).
Taí. Uma Patricularidade que ninguém sabia! Sabia, porque agora está neste blog, na internet, no mundo!
Mas não se assustem. Não vou escolher um Cristo para emprestar o ouvido para eu contar minhas histórias. A partir de agora vou colocá-las no papel, ou melhor, neste blog - criado especialmente para o curso de Formação de Escritories do prof. Gabriel Perissé. Aí, lê quem quer, tem tempo e nada melhor para fazer!
A tristeza se torna suportável e a alegria infinita quando contamos uma história sobre elas.
Inspiração
Entre Dois Amores (Out of Africa, 1985)
Meryl Streep é Karen, filha de uma rica família dinamarquesa. Ela chega à África em 1913 para casar-se com o Barão Bror Blixen por pura conveniência. Sua nova vida inicia em uma fazenda de café no Quênia, aos pés do Monte Ngong. Entre as constantes ausências do marido e a solitária responsabilidade de manter a plantação, ela conhece um simpático aventureiro britânico, Denys Finch Hatton, por quem se apaixona e a quem costuma entreter contando histórias criadas naquele momento e para aquele momento.
2 comentários:
Repito o que disse na aula! Gostei muito! Seus versos existem como axiomas independentes uns dos outros, fortes e compondo um conjunto de sabedoria antiga, porque, como lhe disse, lembrei-me do que minha mãe fala: "o mundo é da cor do cristal por onde se olha". Sucinta, clara e tão real: só nos vê bem aquele que com bons olhos nos olhar. A folhinha em que você escreveu seu poema tem algo de tão grande dentro dela que fica difícil racionalizar em palavras. Só vou dizer que me vi, vi minhas crenças e meus amores em seus versos. Obrigada!
O poema espertamente deixa para os olhos do observador a resposta à pergunta: "Quem sou eu?" O mesmo parecem estar fazendo os olhos de Yasmin, Gigi e Brigitte...
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